quinta-feira, 19 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Oferta de escola: em perigo a disciplina de música no 3º ciclo
Aqui deixo o texto da minha amiga e colega de profissão o qual subscrevo na íntegra e tenho reencaminhado para os organismos e instituições, bem como para outros professores, no sentido de saberem o que está acontecer.
A MÚSICA é vida e a prova disso são os nossos alunos e as atividades que eles desenvolvem nesta área, até AGORA CURRICULAR, e que aproximam ciclos de ensino, gerações, comunidade e acima de tudo os motiva para a escola. Para quem tiver dúvidas sobre isso que fale com estes alunos e eles darão o seu testemunho. Adoro a minha profissão e não vou desistir nem deixar que a ponham de lado.
Sei que o MEC, por sua iniciativa, tem reunido com a Associação de Professores de Educação Visual e Tecnológica. A APEVT emitiu um comunicado acerca de uma reunião com a DGAE a 10 de Abril, no qual propõe a integração da disciplina de Educação Tecnológica como obrigatória no lugar da oferta de escola e a integração do ensino da Música como oferta extra-curricular: [documento consultado a 15 de Abril em http://www.arlindovsky.net/2012/04/comunicado-apevt-sobre-a-reuniao-com-a-dgae/#ixzz1s8PxgRBV]. A APEVT revelou total desrespeito pela Educação Musical ao intencionar defender as disciplinas de Educação Tecnológica atacando o ensino da música enquanto disciplina de oferta de escola, sem que a APem fosse contactada e tivesse a oportunidade de ser ouvida.
Os professores de Música estão indignados com esta tomada de posição por parte da APEVT, tendo em conta que esta nova proposta representa um retrocesso em toda a educação artística, afectando, por isso, todos os seus profissionais.
- a marcação imediata de uma reunião entre a Associação Portuguesa de Educação Musical e AEPVT, procurando concertar tomadas de posição;
A MÚSICA é vida e a prova disso são os nossos alunos e as atividades que eles desenvolvem nesta área, até AGORA CURRICULAR, e que aproximam ciclos de ensino, gerações, comunidade e acima de tudo os motiva para a escola. Para quem tiver dúvidas sobre isso que fale com estes alunos e eles darão o seu testemunho. Adoro a minha profissão e não vou desistir nem deixar que a ponham de lado.
Exmos Senhores,
Enquanto profissional do ensino da Música e em cumprimento dos meus deveres cívicos de participação ativa na sociedade democrática, manifestei atempadamente a minha opinião acerca da proposta do governo para a reorganização curricular, procurando dar o meu contributo para uma necessária tomada de posição, quer na consulta pública, quer ainda junto de todos os grupos parlamentares da AR.
Sei que o MEC, por sua iniciativa, tem reunido com a Associação de Professores de Educação Visual e Tecnológica. A APEVT emitiu um comunicado acerca de uma reunião com a DGAE a 10 de Abril, no qual propõe a integração da disciplina de Educação Tecnológica como obrigatória no lugar da oferta de escola e a integração do ensino da Música como oferta extra-curricular: [documento consultado a 15 de Abril em http://www.arlindovsky.net/2012/04/comunicado-apevt-sobre-a-reuniao-com-a-dgae/#ixzz1s8PxgRBV]. A APEVT revelou total desrespeito pela Educação Musical ao intencionar defender as disciplinas de Educação Tecnológica atacando o ensino da música enquanto disciplina de oferta de escola, sem que a APem fosse contactada e tivesse a oportunidade de ser ouvida.
Os professores de Música estão indignados com esta tomada de posição por parte da APEVT, tendo em conta que esta nova proposta representa um retrocesso em toda a educação artística, afectando, por isso, todos os seus profissionais.
Num momento em que se apela à dimensão europeia da educação, o actual governo lança uma proposta que contraria totalmente a tendência dos restantes países da Europa, os quais integram no seu currículo a Educação Musical desde a primeira infância até ao ciclo correspondente à 14 anos de idade (idade de referência) com uma carga horária de 3 horas por semana – a título de exemplo, consultei os currículos disponíveis on-line e acessíveis em língua inglesa: França, Inglaterra, Finlândia, Espanha e Itália. Assim, para além de questões ligadas a matérias de índole laboral, a revisão proposta lança-nos numa crise ideológica profunda, colocando em causa o valor da educação musical.
Desta forma, não compreendo como pode a vossa associação formular propostas que atacam parceiros da educação artística e grupos de docentes que sempre trabalharam em estreita articulação. Este meu contacto, masi do que criticar ou atacar a APEVT, surge no sentido de reconhecer a profunda necessidade de união dos diversos representantes da educação artística, sugerindo assim um contacto com a APEM no sentido de concertar acções, medidas e propostas.
Da minha parte, ficam as seguintes sugestões, as quais gostaria que constassem das vossas recomendações ao MEC:
- a marcação imediata de uma reunião entre a Associação Portuguesa de Educação Musical e AEPVT, procurando concertar tomadas de posição;
- defender a manutenção da oferta de escola no âmbito da Educação Artística, permitindo assim que a disciplina de Música possa continuar a funcionar no 3º ciclo, no mínimo, nos moldes atuais: como disciplina de oferta de escola no 7º e 8º ano de escolaridade, com possibilidade de escolha pelos alunos no 9º ano;
- propor o desdobramento das disciplinas de EV e ET, num funcionamento semestral (à semelhança do que acontece hoje com ET e oferta de escola), incluindo assim no currículo a dimensão visual e tecnológica destas áreas e salvaguardando postos de trabalho.
Em conclusão, a extinção da disciplina de Música no 3º ciclo não deve concretizar-se em consequência dos problemas laborais que afetam os grupos disciplinares de EVT, EV e ET, decorrentes do final do par pedagógico e do facto de ET não estar contemplada na actual proposta, pois quaisquer medidas dessa natureza trariam os mesmos problemas aos profissionais do ensino da Música.
sábado, 17 de março de 2012
Inovar e criar
Numa sociedade como a nossa é preciso ter cada vez mais um espírito inovador, sem medo de se apresentar novas ideias mesmo que essas nos pareçam doidas ou descabidas.
O meu propósito de hoje é apenas o de me motivar para essa inovação, para o desenvolvimento da criatividade individual de cada um de nós no sentido de trazermos ar fresco ao ambiente em que vivemos.
Acredito, tal como eu, que não terão receios de apostar e de porem em pratica aquelas ideias que nunca partilharam com ninguém, mas que existe dentro das vossas cabeças. Ideias essas que darão de certo uma nova cor e nova sonoridade à nossa sociedade e àqueles que estão à nossa volta.
Em breve, partilharei com todos vocês o que ando aqui a "magicar", pois tenho vontade de intervir junto de quem é mais sincero do que qualquer outra classe de seres humanos: as crianças.
Sorrisos musicais
O meu propósito de hoje é apenas o de me motivar para essa inovação, para o desenvolvimento da criatividade individual de cada um de nós no sentido de trazermos ar fresco ao ambiente em que vivemos.
Acredito, tal como eu, que não terão receios de apostar e de porem em pratica aquelas ideias que nunca partilharam com ninguém, mas que existe dentro das vossas cabeças. Ideias essas que darão de certo uma nova cor e nova sonoridade à nossa sociedade e àqueles que estão à nossa volta.
Em breve, partilharei com todos vocês o que ando aqui a "magicar", pois tenho vontade de intervir junto de quem é mais sincero do que qualquer outra classe de seres humanos: as crianças.
Sorrisos musicais
domingo, 1 de janeiro de 2012
GOSTO DE ACREDITAR
Mais um ano chegou e com ele muitos desejos e até profecias!
Eu apenas gosto de acreditar e acima de tudo acreditar em mim e naqueles que me rodeiam, em especial a minha família e os meus amigos. Recuso-me a ser pessimista, a aceitar a desgraça e a ir na onda de negativismo.
Quero e gosto de acreditar em mim e naquilo que posso dar ao mundo e em especial aos meus filhos. Se eu não acreditar quem o fará?
Sorte a todos, em especial aos que gostam de acreditar que tudo pode ser melhor. Não se esqueçam de sorrir.
Eu apenas gosto de acreditar e acima de tudo acreditar em mim e naqueles que me rodeiam, em especial a minha família e os meus amigos. Recuso-me a ser pessimista, a aceitar a desgraça e a ir na onda de negativismo.
Quero e gosto de acreditar em mim e naquilo que posso dar ao mundo e em especial aos meus filhos. Se eu não acreditar quem o fará?
Sorte a todos, em especial aos que gostam de acreditar que tudo pode ser melhor. Não se esqueçam de sorrir.
sábado, 24 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL COM SORRISOS
Amigos mais um Natal chegou e tudo o que a ele está associado também.
Adoro esta ópoca, mas ao mesmo tempo detesto a azáfama a que a ela está associada, ou melhor a falta de respeito de alguns seres humanos para com os outros. Sim, porque mesmo nesta época existem pessoaos que não conseguem ser simpáticos, solidários ou simplesmente transmissores de um pequeno sorriso. Como é fácil um simples sorriso fazer a diferença, e eu falo contra mim pr+ópria que ultimamente tenho sorrido muito menos do que desejo, não sei se é por influências conjunturais ou simplesmente porque bem lá no fundo sinto que o Natal já não é o que era.
Adoro olhar para a minha filha com 9 anos e ver nela a excitação e a ansiedade da magia do Natal, ouvi-la cantar sem parar as mesmas melodias, apesar de terem letras que ela inventa e que me fazem realmente sorrir. Ela faz-me renascer, faz-me sorrir de verdade sem que para isso tenha que ir ao centro comercial, ou preparar um discurso para agradar. Obrigada filha, eu te amo muito. Obrigada por me motivares para o espírito natalício. Obrigada marido por insistires para que eu sorria, obrigada Xavier por me fazeres sorrir com o teu sorriso e acima de tudo obrigada aos meus verdadeiros amigos, àqueles que estão presentes sempre mesmo que não seja Natal.
Adoro esta ópoca, mas ao mesmo tempo detesto a azáfama a que a ela está associada, ou melhor a falta de respeito de alguns seres humanos para com os outros. Sim, porque mesmo nesta época existem pessoaos que não conseguem ser simpáticos, solidários ou simplesmente transmissores de um pequeno sorriso. Como é fácil um simples sorriso fazer a diferença, e eu falo contra mim pr+ópria que ultimamente tenho sorrido muito menos do que desejo, não sei se é por influências conjunturais ou simplesmente porque bem lá no fundo sinto que o Natal já não é o que era.
Adoro olhar para a minha filha com 9 anos e ver nela a excitação e a ansiedade da magia do Natal, ouvi-la cantar sem parar as mesmas melodias, apesar de terem letras que ela inventa e que me fazem realmente sorrir. Ela faz-me renascer, faz-me sorrir de verdade sem que para isso tenha que ir ao centro comercial, ou preparar um discurso para agradar. Obrigada filha, eu te amo muito. Obrigada por me motivares para o espírito natalício. Obrigada marido por insistires para que eu sorria, obrigada Xavier por me fazeres sorrir com o teu sorriso e acima de tudo obrigada aos meus verdadeiros amigos, àqueles que estão presentes sempre mesmo que não seja Natal.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Reforma curricular que se adivinha
No 2º ciclo
Porque deixar de haver a opção de língua estrangeira no 2º ciclo quando estamos inseridos numa europa que se diz globalizante, não se entende porque razão se limita aos alunos a frequência do inglês, quando existem outras línguas como por exemplo o francês e espanhol tão importantes no contexto em que estamos inseridos. Os alunos têm inglês desde o 1º ciclo nas AEC, não seria preferível existir uma opção neste ponto? Ou então terminar com o inglês no 1º ciclo e substituí-lo por outras áreas , como por exemplo mais desporto ou expressão artística.
Se o apoio ao estudo passa a ser facultativo com uma carga horária de 5 horas e se a escola entender não oferecer essas possibilidade ao aluno, o que se fazem a essas horas? Eu sugiro que esse apoio seja de 3 horas, ficando 2 para mais uma língua, que no meu entender é fundamental para a inserção do aluno na sua cidadania. Ou então dá-las aos diretores de turma, que de certo as aproveitarão da melhor forma possível, só quem não vive a escola é que desconhece o trabalho e/ou carga horária que um diretor de turma tem para além das que oficialmente lhe são atribuídas. É de lamentar que a área de formação cívica tenha deixado de ser importante de um dia para o outro.
No 3º ciclo
No 9º ano e na área de educação artística não se percebe porque se corta a possibilidade ao aluno de optar por uma das áreas artísticas que a escola lhe oferecia como acontecia até aqui. Para quê ter ET e oferta de escola no 7º e no 8º se no 9º não há a possibilidade do aluno continuar numa dessas áreas? Qual a razão de obrigatoriedade da permanência de educação visual, se o aluno demonstrar mais capacidades noutras áreas artísticas? Se ele pretender seguir uma carreira profissional onde a área tecnológica ou artística (como por ex. música, ou teatro) lhe interessa, com esta reforma ele não tem a opção de escolha e de se dedicar ao que realmente lhe importa ou onde revela mais competências. Para quê a aposta nas competências e habilidades artísticas de um aluno quando no final do 3º ciclo o que lhe vai contar é a EV como obrigatoriedade? Deem aos alunos a possibilidade de escolherem o seu interesse artístico, pois um país não se desenvolve só de competências científicas, mas também (e acima de tudo) pelas artísticas. Estas são fundamentais no desenvolvimento do ser humano, e ainda mais no desenvolvimento dos nossos jovens, e há estudos científicos que o comprovam (como de certo os Senhores devem conhecer). Se não for a escola a dar aos alunos a cultura artística, que outra entidade o poderá fazer? As famílias, que estão cada vez mais endividadas e não podem oferecer aos seus jovens concertos, bailados, teatros ou mesmo cd´s originais? (entre outros que eu aqui poderia descriminar). É a escola através dos seus PROFESSORES das áreas tecnológicas e das áreas de oferta de escola que na maior parte das vezes consegue fazer chegar aos alunos a cultura do seu país, e de todos os outros. São estes mesmos professores que despertam neles muitas das competências que às vezes nem sabiam que tinham mas descobrem que afinal poderão ser bons na área artística, que não somente a EV. Nem todos fomos feitos para ser arquitetos ou exercer outra profissão que tenha como base a EV. Pensem nisto, falem com os alunos, visitem as escolas e o que de melhor se fazem nelas, o que realmente pensam os alunos sobre esta nova reforma curricular. E para terminar deixo-vos uma pergunta: o que vos marcou artisticamente enquanto alunos? Acredito que tenha sido a tabuada cantada e os pontos de fuga coloridos!!!
A Professora da disciplina de música, 16 de Dezembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
O AMANHÃ É ÓTIMO, TENTA SORRIR E DESCOBRIRÁS
Estou cansada de olhar à minha volta e só ver rostos tristes e desiludidos, ouvir desabafos de "esta crise...", "se não fosse esta crise...", não sei que mais com a palavra crise.
O que pensarão as nossas crianças sobre isto? Estarão elas a pensar que afinal os seus pais e amigos adultos só sofrem e que o futuro é mesmo mau? Estarão elas acreditar que não vale a pena fazer o bem, porque os maus é que vencem? EU não quero acreditar nisso e por isso mesmo digo muitas vezes que bom é ser-se adulto, pois é a fase em que somos totalmente livres porque somos completamente responsáveis pelas nossas ações e isso para mim é mais do que valioso, é maravilhoso. É ótimos ter uma palavra a dizer, escolher entre várias opções que nos surgme no quotidiano e poder ser responsável por essas opções. No meu entender é essa a ideia que devemos transmitir às nossas crianças e jovens e não lhes transmitir medo sobre o amanhã, mas antes pelo contrário: transmitir-lhes confiança porque serão eles quem serão os adultos de amanhã.
Paremos de nos lamuriar e passemos a sorrir mais, paremos de ver telejornais e notícias negras e passemos a ouvir boa música e a ver as brincadeiras dos nossos filhos e amigos mais novos, brincando com eles. Esses momentos dar-nos-ão força, coragem e muita energia porque aí conseguimos rir e sorrir, uma das fontes "calóricas" de valores mais importantes que conheço.
Filhos, não tenham medo do amanhã porque não o conhecem, façam o melhor que sabem e que conseguirem hoje e agora, pois descobrirão como o amanhã é muito bom, apesar de todos os indícios indicarem o contrário. Não se deixem levar pelo negativismo, façam-nos sorrir e verão como o futuro é maravilhoso, pois estamos lá para o testemunhar e se não estivermos alguém se há-de lembrar destas palavras (espero eu) e poderá finalmente sorrir.
O que pensarão as nossas crianças sobre isto? Estarão elas a pensar que afinal os seus pais e amigos adultos só sofrem e que o futuro é mesmo mau? Estarão elas acreditar que não vale a pena fazer o bem, porque os maus é que vencem? EU não quero acreditar nisso e por isso mesmo digo muitas vezes que bom é ser-se adulto, pois é a fase em que somos totalmente livres porque somos completamente responsáveis pelas nossas ações e isso para mim é mais do que valioso, é maravilhoso. É ótimos ter uma palavra a dizer, escolher entre várias opções que nos surgme no quotidiano e poder ser responsável por essas opções. No meu entender é essa a ideia que devemos transmitir às nossas crianças e jovens e não lhes transmitir medo sobre o amanhã, mas antes pelo contrário: transmitir-lhes confiança porque serão eles quem serão os adultos de amanhã.
Paremos de nos lamuriar e passemos a sorrir mais, paremos de ver telejornais e notícias negras e passemos a ouvir boa música e a ver as brincadeiras dos nossos filhos e amigos mais novos, brincando com eles. Esses momentos dar-nos-ão força, coragem e muita energia porque aí conseguimos rir e sorrir, uma das fontes "calóricas" de valores mais importantes que conheço.
Filhos, não tenham medo do amanhã porque não o conhecem, façam o melhor que sabem e que conseguirem hoje e agora, pois descobrirão como o amanhã é muito bom, apesar de todos os indícios indicarem o contrário. Não se deixem levar pelo negativismo, façam-nos sorrir e verão como o futuro é maravilhoso, pois estamos lá para o testemunhar e se não estivermos alguém se há-de lembrar destas palavras (espero eu) e poderá finalmente sorrir.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Os sons da sopa
Na licença de maternidade do Xavier, farta de estar longe das crianças, decidi junto com a APPG apresentar Os sons da Sopa a todas as salas do JI/EB1 da Póvoa da Galega. Esta história pretende aliar a música, com os livros e com a alimentação, três pilares fundamentais para o bom desenvolvimento de cada indivíduo, seja ele um bebé ou mesmo um idoso. Apresentar esta história permitiu-me matar as saudades que tenho dos meus alunos (apesar de muito mais crescidos) e ao mesmo tempo oferecer à minha filha Margarida a minha intervenção na sua escola, coisa que ela tanto adora. Nesta aventura o Xavier, que tem agora 5 meses, acompanhou-me sempre, e ficava muito entusiasmado com os sons que ouvia, participando também com os seus magníficos e secretos sons...
Deixo-vos aqui o link de dois sítios onde algumas partes desta história são apresentadas: a casa do folhas e a Galega Encarnada
Deixo-vos aqui o link de dois sítios onde algumas partes desta história são apresentadas: a casa do folhas e a Galega Encarnada
quarta-feira, 30 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Sempre actual: Zeca e os amigos foram para a rua gritar
Isto de ir para a rua gritar não é de hoje, e como dizia Rui Vieira Nery: "estamos a viver mais um ciclo...". Desejo que este ciclo tenha resultados visíveis para todos nós, porque esta geração À Rasca somos todos nós (claro que uns mais que outros).
Chega de empurrar as culpas para os outros e vamos lá para a rua gritar, cantar, assobiar, falar, seja lá o que for mas vamos para que se faça ruído, para que se faça balançar quem está sentado nos bancos políticos.
Já em 1984 Zeca Afonso numa entrevista se referia ao FMI, descrevia uma sociedade portuguesa muito parecida com a de hoje, contudo nessa altura eu era uma criança de 8 anos em que a Escola era um local saudável, reconhecido, valorizado e onde se aprendia a reconhecer o outro e as suas qualidades - hoje este aspecto está muito longe de ser verdadeiro pois a escola parece-me mais um agrande armazem com diferentes hierarquias onde quem menos ganha são os alunos. Para eles, que serão o futuro juntamente comigo dedico a entrevista abaixo:quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Sei em quem Não vou Votar
Não estive no estrangeiro nem sequer de férias, apenas estive ausente da blogosfera porque simplesmente não me apeteceu estar presente!
Hoje senti a responsabilidade cívica e o dever moral de aqui vir, até porque me apeteceu mas acima de tudo para lembrar que no próximo domingo é dia de eleições e como tal eu vou votar. Em quem? decerto que se perguntam... mas não é isso o mais importante mas sim o direito que eu tenho de exercer, por enquanto, a Democracia que me foi dada pelos meus pais e pelo 25 de Abril e que hoje sinto tantas vezes vergonha porque os princípios desse dia estão esquecidos, camuflados, sei lá mais o quê.
Sei em quem não vou votar e de certo que não é nos de sempre, porque a única coisa que muda é a figura física porque de resto tudo se mantém...
Seja na Presidência seja no Governo vamos respeitar e exercer os valores e princípios do cravo e da liberdade que há 3 anos se debatem e que nos dias actuais vertem lágrimas de tristeza.
Sei em quem não vou votar...
Hoje senti a responsabilidade cívica e o dever moral de aqui vir, até porque me apeteceu mas acima de tudo para lembrar que no próximo domingo é dia de eleições e como tal eu vou votar. Em quem? decerto que se perguntam... mas não é isso o mais importante mas sim o direito que eu tenho de exercer, por enquanto, a Democracia que me foi dada pelos meus pais e pelo 25 de Abril e que hoje sinto tantas vezes vergonha porque os princípios desse dia estão esquecidos, camuflados, sei lá mais o quê.
Sei em quem não vou votar e de certo que não é nos de sempre, porque a única coisa que muda é a figura física porque de resto tudo se mantém...
Seja na Presidência seja no Governo vamos respeitar e exercer os valores e princípios do cravo e da liberdade que há 3 anos se debatem e que nos dias actuais vertem lágrimas de tristeza.
Sei em quem não vou votar...
segunda-feira, 7 de junho de 2010
As desculpas não se pedem, evitam-se!
Desculpa isto, desculpa aquilo...
Passamos o tempo a pedir desculpa e muitas vezes nem sabemos porque o fazemos, ou se o fazemos de coração.
Sinto um vazio que me entristece e me deixa desnorteada, simplemente negra por dentro por não conseguir deixar de evitar um pedido de desculpa.
O ser humano é o ser mais complicado de todos os seres e como defendo, o facto de possuir a capacidade de pensar, em vez de o ajudar a crescer apenas o derrota, o deprime o deixa muitas vezes sem saber o que fazer ou dizer.
Não te estou a pedir desculpa, apenas a interrogar-me porque continuo a não evitar que ela aconteça. Não o faço propositadamente e muito menos por capricho, erro e cometo falhas que muitas vezes ultrapassam a minha capacidade emocional e racional. Se eu podesse apenas Sorrir faria o tempo todo essa acção para que tu estivesses bem e também sorrises comigo.
Amo-te e apenas me envregonho de mim por não conseguir dizer-te esta palavras de uma forma calma e tranquila. Espero que me compreendas e que acima de tudo me ajudes. Preciso disso para te poder ajudar, para que o vazio se encha de alegria e de amor (que é grátis).
Quero que o Inevitável permaneça e sejamos apenas um ser com todas as suas diferenças e interpretações. Que o som dos pássaros nos ajude voar e as cores das tintas nos motive para o encontro.
Amo-te.
Passamos o tempo a pedir desculpa e muitas vezes nem sabemos porque o fazemos, ou se o fazemos de coração.
Sinto um vazio que me entristece e me deixa desnorteada, simplemente negra por dentro por não conseguir deixar de evitar um pedido de desculpa.
O ser humano é o ser mais complicado de todos os seres e como defendo, o facto de possuir a capacidade de pensar, em vez de o ajudar a crescer apenas o derrota, o deprime o deixa muitas vezes sem saber o que fazer ou dizer.
Não te estou a pedir desculpa, apenas a interrogar-me porque continuo a não evitar que ela aconteça. Não o faço propositadamente e muito menos por capricho, erro e cometo falhas que muitas vezes ultrapassam a minha capacidade emocional e racional. Se eu podesse apenas Sorrir faria o tempo todo essa acção para que tu estivesses bem e também sorrises comigo.
Amo-te e apenas me envregonho de mim por não conseguir dizer-te esta palavras de uma forma calma e tranquila. Espero que me compreendas e que acima de tudo me ajudes. Preciso disso para te poder ajudar, para que o vazio se encha de alegria e de amor (que é grátis).
Quero que o Inevitável permaneça e sejamos apenas um ser com todas as suas diferenças e interpretações. Que o som dos pássaros nos ajude voar e as cores das tintas nos motive para o encontro.
Amo-te.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
ÀS CRIANÇAS e aos adultos que estão adormecidos...
"A criança é o homem de amanhã", já dizia a canção, mas parece que a maior parte de nós se esquece disso.
Quando me refiro a nós estou a dirigir-me à sociedade, às famílias e às escolas, não sendo nenhuma delas a prioritária na preparação desse futuro mas todas juntas e em articulação. Esta articulação parece-me cada vez mais distante e utópica. Será assim tão difícil olhar nos olhos de uma criança (lembro que é qualquer jovem até aos 18 anos) e ver o que ela nos quer dar e quer receber? Penso que será difícil para a maior parte dos adultos, pois estes sabem o significado da mentira, da traição, da humilhação e de todas as outras palavras e conceitos que têm uma carga mais negativa, e como tal penso que receiam que a CRIANÇA perceba isso. Mas a criança percebe-o mesmo que não o diga ou partilhe.
A uma criança basta um sorriso, um abraço, uma brincadeira na rua ou no campo, uma folha de papel pintada a 4 mãos ou simplesmente um abraço: uma abraço sincero, porque ela percebe quando é por obrigação (deixa-me lá dar um abraço, porque já não o faço a algum tempo!!).
Não a enganemos, sejamos simplesmente verdadeiros e neste sentido sugiro que :
Bem hajam a todas as crianças, mesmo aquelas (e são muitas) que morrem, que são maltratads a cada minuto, pois se isso acontece é para que os Adultos acordem e ajudem as que ainda poderão sobreviver
e dar a este Palneta que é a Terra algum significado e algum sentido para que todos possamos acreditar que ainda é possível desenvolver um futuro melhor para cada uma delas e consequentemente para cada um de nós.
Quando me refiro a nós estou a dirigir-me à sociedade, às famílias e às escolas, não sendo nenhuma delas a prioritária na preparação desse futuro mas todas juntas e em articulação. Esta articulação parece-me cada vez mais distante e utópica. Será assim tão difícil olhar nos olhos de uma criança (lembro que é qualquer jovem até aos 18 anos) e ver o que ela nos quer dar e quer receber? Penso que será difícil para a maior parte dos adultos, pois estes sabem o significado da mentira, da traição, da humilhação e de todas as outras palavras e conceitos que têm uma carga mais negativa, e como tal penso que receiam que a CRIANÇA perceba isso. Mas a criança percebe-o mesmo que não o diga ou partilhe.
A uma criança basta um sorriso, um abraço, uma brincadeira na rua ou no campo, uma folha de papel pintada a 4 mãos ou simplesmente um abraço: uma abraço sincero, porque ela percebe quando é por obrigação (deixa-me lá dar um abraço, porque já não o faço a algum tempo!!).
Não a enganemos, sejamos simplesmente verdadeiros e neste sentido sugiro que :
- as famílias, sejam elas as biológicas ou não, dêem AMOR (é grátis) às suas crianças;
- as escolas, professores e governantes, dêem ferramentas para que cada uma delas seja estruturada quer ao nível dos conhecimentos quer ao nível dos comportamentos, pois EDUCAR significa prepar o indivíduo para o mundo (veja-se a origem do latim na palavra);
- a sociedade dê oportunidade para que o amor e a educação se manifestem positivamente.
Bem hajam a todas as crianças, mesmo aquelas (e são muitas) que morrem, que são maltratads a cada minuto, pois se isso acontece é para que os Adultos acordem e ajudem as que ainda poderão sobreviver
e dar a este Palneta que é a Terra algum significado e algum sentido para que todos possamos acreditar que ainda é possível desenvolver um futuro melhor para cada uma delas e consequentemente para cada um de nós.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O meu país: PORTUGAL
Apetece-me escrever o que penso e ponto final.
Não que vá ganhar mais por isso, mas apenas porque me ajuda a fazer terapia ou algo do género, já que a sociedade em que vivemos está condenada, ou dizem estar.
O que penso sobre o dizem estar? Digo que está.
Se não vejamos exemplos simples como abrir novas superfícies comerciais - Ikea Loures - que mesmo dando cerca de 500 postos de trabalho, vai retirar aos produtores nacionais o pouco que já têm; ou então a loucura dos nossos ministros e apêndices terem que receber menos 5% do seu salário e terem um miserável aumento de 25% para as suas viagens!
E o desempregado com contas para pagar, será que pode continuar a comer pão todos os dias? (é um bem essencial, ou os nutricionistas estão errados.
Apetece-me dizer ao Vaticano, mesmo sendo batizada, que tenha vergonha do seu espólio, pois Jesus Cristo não precisava de altares enfeitados e adornos sagrados que só servem a quem quer ser servido. Apenas precisava de VERDADES, e estas nem sempre convêm.
Porque ninguém esclarece os que têm poder que o dinheiro gera dinheiro, conflitos, agorrância, desonestidade, fugas aos fisco, sei lá mais o quê... Como diz Carlos Santana, o guitarrista, a guerra paga-se já a Paz e o Amor são GRATIS-FREE, mas isso é irrelevante!
Mas hoje fico por aqui porque amanhã até pode ser que nem volte cá, de qualquer forma valeu este bocadinho porque pelo menos acredito na minha verdade. Sim na minha que partilho todos os dias com os mais jovens, porque são eles que serão os poderosos de amanhã. Digo-lhes por exemplo que todos os meses gasto pelo menos 10€ em produtos nacionais, e que eles deveriam dizer isso às pessoas com quem vivem, para que façam o mesmo ou que se não poderem fazê-lo pelo menos podem sempre dar a ideia ao patrão, porque esse sim pode, mas não lhe interessa.
Seja como for eu penso nos mais jovens que serão um dia os meus médicos, padeiros, carpinteiros, e sei lá mais o quê... desempregados também ou dependentes de um qualquer "dono" que espero que lhe saibam dizer: hei, eu penso que...
Não que vá ganhar mais por isso, mas apenas porque me ajuda a fazer terapia ou algo do género, já que a sociedade em que vivemos está condenada, ou dizem estar.
O que penso sobre o dizem estar? Digo que está.
Se não vejamos exemplos simples como abrir novas superfícies comerciais - Ikea Loures - que mesmo dando cerca de 500 postos de trabalho, vai retirar aos produtores nacionais o pouco que já têm; ou então a loucura dos nossos ministros e apêndices terem que receber menos 5% do seu salário e terem um miserável aumento de 25% para as suas viagens!
E o desempregado com contas para pagar, será que pode continuar a comer pão todos os dias? (é um bem essencial, ou os nutricionistas estão errados.
Apetece-me dizer ao Vaticano, mesmo sendo batizada, que tenha vergonha do seu espólio, pois Jesus Cristo não precisava de altares enfeitados e adornos sagrados que só servem a quem quer ser servido. Apenas precisava de VERDADES, e estas nem sempre convêm.
Porque ninguém esclarece os que têm poder que o dinheiro gera dinheiro, conflitos, agorrância, desonestidade, fugas aos fisco, sei lá mais o quê... Como diz Carlos Santana, o guitarrista, a guerra paga-se já a Paz e o Amor são GRATIS-FREE, mas isso é irrelevante!
Mas hoje fico por aqui porque amanhã até pode ser que nem volte cá, de qualquer forma valeu este bocadinho porque pelo menos acredito na minha verdade. Sim na minha que partilho todos os dias com os mais jovens, porque são eles que serão os poderosos de amanhã. Digo-lhes por exemplo que todos os meses gasto pelo menos 10€ em produtos nacionais, e que eles deveriam dizer isso às pessoas com quem vivem, para que façam o mesmo ou que se não poderem fazê-lo pelo menos podem sempre dar a ideia ao patrão, porque esse sim pode, mas não lhe interessa.
Seja como for eu penso nos mais jovens que serão um dia os meus médicos, padeiros, carpinteiros, e sei lá mais o quê... desempregados também ou dependentes de um qualquer "dono" que espero que lhe saibam dizer: hei, eu penso que...
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